|
 |
| MOTORIZAÇÃO |
| Motor: |
AP-2000, 2.0, 4 cilindros em linha, 8 válvulas (2 por cilindro), injeção multiponto, gasolina |
| Cilindrada: |
1.984 cm³ |
Potência: |
120 cv a 5.600 rpm |
| Potência Específica: |
60 cv/litro |
Torque: |
17,5 kgfm a 3.000 rpm |
| CARROCERIA |
| Comprimento: |
4.572 mm |
Peso: |
1.160 kg |
| Largura: |
1.700 mm |
Porta-Malas: |
413 litros |
| Altura: |
1.417 mm |
Tração: |
Dianteira |
| Freios: |
Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira |
Câmbio: |
Manual de 5 marchas |
| DESEMPENHO |
| Velocidade Máxima: |
187 km/h |
Aceleração: |
10,5 segundos |
|
| Lançado em 1984, o Santana sofreu uma profunda reestilização em 1991: do modelo anterior só se aproveitou a mecânica, as portas e a estrutura. O resto era completamente novo: linhas inspiradas nos Volkswagen e Audi alemães, o coeficiente aerodinâmica (Cx) caiu de 0,41 para 0,37, motor com injeção eletrônica na versão GLS (as demais ainda eram equipadas com carburador), painel com volante de Passat alemão e instrumentos com grafia alaranjada. Mas nem tudo era perfeito no novo Santana: os arcaicos quebra-ventos continuavam lá (só desapareceriam na reforma de 1998), e controles elétricos dos vidros no console e não nas portas. Em 1992, o Santana se tornou o primeiro carro nacional com freios antitravamento (ABS). |
|
|