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| MOTORIZAÇÃO |
| Motor: |
DODGE, 5.2, 8 cilindros em V, 16 válvulas (2 por cilindro), carburador de corpo duplo, gasolina |
| Cilindrada: |
5.212 cm³ |
Potência: |
220 cv a rotação não disponível |
| Potência Específica: |
42,3 cv/litro |
Torque: |
41,5 kgfm a 2.500 rpm |
| CARROCERIA |
| Comprimento: |
4.410 mm |
Peso: |
1.100 kg |
| Largura: |
1.846 mm |
Porta-Malas: |
Não disponível |
| Altura: |
1.130 mm |
Tração: |
Traseira |
| Freios: |
Discos sólidos na dianteira e tambores na traseira |
Câmbio: |
Manual de 4 marchas |
| DESEMPENHO |
| Velocidade Máxima: |
200 km/h |
Aceleração: |
Não disponível |
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| Criado por Rigoberto Soler (projetista do Brasinca 4200 GT Uirapuru) e pelos alunos da Faculdade de Engenharia Industrial, o X3 foi apresentado no Salão do Automóvel de 1970. Seu desenho é de asa invertida para conseguir downforce, com portas "asa de gaivota", escapamento duplo na lateral e um flap na traseira, que ajuda a frear o protótipo. Seu motor é o V8 do Dodge Dart, com maior taxa de compressão e maior potência. Dois anos depois, foi apresentado no mesmo salão, mas com pintura verde e nome Lavínia, em homenagem a esposa do prefeito de São Bernardo do Campo, cidade-sede da FEI. Foi restaurado e apresentado no Salão do Automóvel de 2004. |
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