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| MOTORIZAÇÃO |
| Motor: |
BMW, 0,3, monocilindrico, 2 válvulas (2 por cilindro), carburador, gasolina |
| Cilindrada: |
298 cm³ |
Potência: |
13 cv a 5.200 rpm |
| Potência Específica: |
43,3 cv/litro |
Torque: |
1,9 kgfm a 4.200 rpm |
| CARROCERIA |
| Comprimento: |
2.250 mm |
Peso: |
360 kg |
| Largura: |
1.340 mm |
Porta-Malas: |
Não disponível |
| Altura: |
1.320 mm |
Tração: |
Traseira |
| Freios: |
Tambores nas quatro rodas |
Câmbio: |
Manual de 4 marchas |
| DESEMPENHO |
| Velocidade Máxima: |
90 km/h |
Aceleração: |
Não disponível |
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| Década de 1950, a Europa pós-guerra pedia carros baratos e econômicos. A italiana Iso Rivolta atendia esse mercado com Isetta (diminutivo de Iso), um peculiar carro de formato ovóide, uma única porta frontal, motor traseiro (de motocicleta), dois lugares e apenas 2,3 metros de comprimento. Aparentava ter três rodas, mas tinha quatro, culpa da bitola traseira reduzida (mas tal solução dispensava o diferencial). Tentando se reeguer, a BMW também comprou a idéia da Isetta, fazendo modificações no desenho e disponibilizando novas motorizações. A patente do carrinho foi vendida a fabricantes de vários países, e em cada país, o nome dos Isetta era antecedido pelo do fabricante local. No caso do Brasil, o microcarro foi produzida pela Indústrias Romi, uma fabricante de máquinas agrícolas que pertencia a Américo Emílio Romi, em 1953. Era o primeiro automóvel brasileiro, mas por ter apenas uma porta e dois lugares, não recebeu os incentivos fiscais do governo, e seu preço subiu, ficando pouco competitivo diante do DKW Vemaguet (o primeiro carro nacional "de verdade"). Com a morte de Américo Romi em 1959, a empresa entrou em crise, e o Isetta foi descontinuado dois anos depois, com cerca de 3.300 unidades produzidas. |
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