Vendido no Brasil Brasil 1959 ROMI ISETTA 300 Brasil Vendido no Brasil
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Romi-Isetta
MOTORIZAÇÃO
Motor: BMW, 0,3, monocilindrico, 2 válvulas (2 por cilindro), carburador, gasolina
Cilindrada: 298 cm³ Potência: 13 cv a 5.200 rpm
Potência Específica: 43,3 cv/litro Torque: 1,9 kgfm a 4.200 rpm
CARROCERIA
Comprimento: 2.250 mm Peso: 360 kg
Largura: 1.340 mm Porta-Malas: Não disponível
Altura: 1.320 mm Tração: Traseira
Freios: Tambores nas quatro rodas Câmbio: Manual de 4 marchas
DESEMPENHO
Velocidade Máxima: 90 km/h Aceleração: Não disponível
Década de 1950, a Europa pós-guerra pedia carros baratos e econômicos. A italiana Iso Rivolta atendia esse mercado com Isetta (diminutivo de Iso), um peculiar carro de formato ovóide, uma única porta frontal, motor traseiro (de motocicleta), dois lugares e apenas 2,3 metros de comprimento. Aparentava ter três rodas, mas tinha quatro, culpa da bitola traseira reduzida (mas tal solução dispensava o diferencial). Tentando se reeguer, a BMW também comprou a idéia da Isetta, fazendo modificações no desenho e disponibilizando novas motorizações. A patente do carrinho foi vendida a fabricantes de vários países, e em cada país, o nome dos Isetta era antecedido pelo do fabricante local. No caso do Brasil, o microcarro foi produzida pela Indústrias Romi, uma fabricante de máquinas agrícolas que pertencia a Américo Emílio Romi, em 1953. Era o primeiro automóvel brasileiro, mas por ter apenas uma porta e dois lugares, não recebeu os incentivos fiscais do governo, e seu preço subiu, ficando pouco competitivo diante do DKW Vemaguet (o primeiro carro nacional "de verdade"). Com a morte de Américo Romi em 1959, a empresa entrou em crise, e o Isetta foi descontinuado dois anos depois, com cerca de 3.300 unidades produzidas.
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