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| MOTORIZAÇÃO |
| Motor: |
ZETEC ROCAM, 1.6, 4 cilindros em linha, 8 válvulas (2 por cilindro), injeção multiponto, gasolina, dianteiro, transversal |
| Cilindrada: |
1.598 cm³ |
Potência: |
95 cv a 5.500 rpm |
| Potência Específica: |
59,3 cv/litro |
Torque: |
14,2 kgfm a 2.250 rpm |
| CARROCERIA |
| Comprimento: |
3.828 mm |
Peso: |
1.005 kg |
| Largura: |
1.634 mm |
Porta-Malas: |
250 litros |
| Altura: |
1.377 mm |
Tração: |
Dianteira |
| Freios: |
Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira |
Câmbio: |
Manual de 5 marchas |
| DESEMPENHO |
| Velocidade Máxima: |
178 km/h |
Aceleração: |
10,9 segundos |
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| Com a desvalorização da moeda nacional, a Ford resolveu criar novos motores para substituir os velhos e fracos Endura-E e o importado e caro Zetec-SE. Nascia o Zetec Rocam (sigla para comando de válvulas roletado), o mais potente 1.0 e 1.6 de oito válvulas do mercado. Junto com o motor, o Fiesta ganhava novo visual, com a dianteira mais agressiva e faróis de superfície complexa. No ano seguinte, ganharia uma série limitada, a Sport, com pára-choques e grade exclusiva, saias laterais e cor vermelha. Em 2001, a Ford começa a importar a versão sedã do México. Um ano depois, o Fiesta foi totalmente renovado, sendo fabricado não mais em São Paulo mas em Camaçari, na Bahia. |
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