|
 |
| MOTORIZAÇÃO |
| Motor: |
LOTUS 910S, 2.2, 4 cilindros em linha, 16 válvulas (4 por cilindro), turbocompressor, injeção multiponto, gasolina, dianteiro, longitudinal |
| Cilindrada: |
2.174 cm³ |
Potência: |
264 cv a 6.500 rpm |
| Potência Específica: |
120 cv/litro |
Torque: |
36,1 kgfm a 3.900 rpm |
| CARROCERIA |
| Comprimento: |
4.620 mm |
Peso: |
1.600 kg |
| Largura: |
1.760 mm |
Porta-Malas: |
Não disponível |
| Altura: |
1.400 mm |
Tração: |
Traseira |
| Freios: |
Discos ventilados na dianteira e discos sólidos na traseira |
Câmbio: |
Manual de 5 marchas |
| DESEMPENHO |
| Velocidade Máxima: |
250 km/h |
Aceleração: |
5,0 segundos |
|
| Estabelecida em Pindamonhangaba, São Paulo, a Megastar Veículos desejava produzir um sedã nacional esportivo e luxuoso, que poderia ser exportado para os países mais ricos. E surge o Emme Lotus, com motores 2.2 turbo do britânico Lotus Esprit e um nacional 2.0 turbo, carroceria de plástico injetado VeXtrim e um desenho extremamente exótico, estranhamente similar ao Volvo ECC. Após produzir apenas 12 ou 15 carros, a Megastar misteriosamente encerrou suas atividades. Uma investigação revelou que a empresa, cujos os verdadeiros donos são desconhecidos, não tinha o menor interesse em produzir automóveis de verdade. O susposto sedã "luxuoso e esportivo" tinha um acabamento de péssima qualidade, sem equipamentos de segurança obrigatórios nos países ricos (como airbag ou freios ABS), motores considerados "sucata" pela Lotus e peso elevado. |
|
|