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| MOTORIZAÇÃO |
| Motor: |
1.6, 4 cilindros em linha, 8 válvulas (2 por cilindro), carburador de corpo duplo, álcool, dianteiro, longitudinal |
| Cilindrada: |
1.599 cm³ |
Potência: |
81 cv a 5.200 rpm |
| Potência Específica: |
50,6 cv/litro |
Torque: |
12,8 kgfm a 3.200 rpm |
| CARROCERIA |
| Comprimento: |
4.193 mm |
Peso: |
930 kg |
| Largura: |
1.570 mm |
Porta-Malas: |
321 litros |
| Altura: |
1.324 mm |
Tração: |
Traseira |
| Freios: |
Discos sólidos na dianteira e tambores na traseira |
Câmbio: |
Manual de 5 marchas |
| DESEMPENHO |
| Velocidade Máxima: |
151 km/h |
Aceleração: |
14,1 segundos |
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| Lançado em 1973, a terceira geração do Chevette foi apresentada em 1983. Baseado no Monza, o carro vinha com frente em forma de cunha, faróis retangulares, grade única com frisos horizontais, lanternas traseiras retangulares... e quebra-ventos nas janelas. Na parte mecânica, opção do motor 1.6 e câmbio de cinco marchas opcional. Em 1987, o motor 1.6 era otimizado, passando a se chamar 1.6/S: redução do peso dos pistões e bielas, adoção o carburador de corpo duplo, e novo coletor de admissão. A potência subia de 73 para 81 cv. Em 1992, tentando aproveitar a onda dos "populares", a GM lançava o Junior, o mesmo Chevette pesadão com mísero motor 1.0 de 50 cv. Não fez sucesso, mas a GM não desistiu e lança outra versão "popular", Chevette L, com motor 1.6 (ganhou o mesmo privilégio do Fusca). Em 12 de novembro de 1993, a produção do Chevette era encerrada, com o saldo positivo de 1,6 milhão de unidades vendidas. |
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