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| MOTORIZAÇÃO |
| Motor: |
5.2, 8 cilindros em V, 16 válvulas (2 por cilindro), carburador de corpo duplo, gasolina, dianteiro, longitudinal |
| Cilindrada: |
5.212 cm³ |
Potência: |
208 cv a 4.400 rpm |
| Potência Específica: |
40 cv/litro |
Torque: |
42 kgfm a 2.400 rpm |
| CARROCERIA |
| Comprimento: |
5.080 mm |
Peso: |
1.660 kg |
| Largura: |
1.830 mm |
Porta-Malas: |
Não disponível |
| Altura: |
1.390 mm |
Tração: |
Traseira |
| Freios: |
Discos sólidos na dianteira e tambores na traseira |
Câmbio: |
Manual de 4 marchas |
| DESEMPENHO |
| Velocidade Máxima: |
196 km/h |
Aceleração: |
10,5 segundos |
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| O mais veloz carro brasileiro lançado em 1971 foi totalmente remodelado em 1979, ganhando uma frente mais bicuda (construída em fibra-de-vidro e plástico) com os duplos faróis expostos, traseira com sutis rabos-de-peixe, pintura de dois tons e persianas nos vidros traseiros. Apesar disso, acabou perdendo sua aura esportiva e não fez muito sucesso: a crise do petróleo abalou muito a reputação dos grandes carrões beberrões e os consumidores passaram a preferir modelos mais econômicos. O Charger desapareceu em 1980, mas o Dart continuou até 1981, quando a Volkswagen, nova proprietária da Chrysler brasileira, decidiu encerrar sua produção. |
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