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| MOTORIZAÇÃO |
| Motor: |
5.2, 8 cilindros em V, 16 válvulas (2 por cilindro), carburador de corpo duplo, gasolina, dianteiro, longitudinal |
| Cilindrada: |
5.212 cm³ |
Potência: |
215 cv a 4.400 rpm |
| Potência Específica: |
41,3 cv/litro |
Torque: |
42,9 kgfm a 2.400 rpm |
| CARROCERIA |
| Comprimento: |
4.960 mm |
Peso: |
1.495 kg |
| Largura: |
1.810 mm |
Porta-Malas: |
Não disponível |
| Altura: |
1.390 mm |
Tração: |
Traseira |
| Freios: |
Discos sólidos na dianteira e tambores na traseira |
Câmbio: |
Manual de 4 marchas |
| DESEMPENHO |
| Velocidade Máxima: |
196 km/h |
Aceleração: |
10,5 segundos |
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| Lançado em 1969, o Dart impressionava pelo visual agressivo e motor V8 de 198 cv. Dois anos depois era lançado o modelo mais famoso da linha, o esportivo Charger R/T (Road and Track, "estrada e pista" em inglês). Em relação ao sedã que lhe deu origem, o Charger vinha apenas com duas portas, ausência da coluna central, as colunas traseiras alongadas, teto revestido de vinil, faixas pretas, faróis ocultos arás da grade, freios a disco na dianteira. No interior, bancos dianteiros individuais, câmbio de quatro marchas. O motor vinha com taxa de compressão mais alta, exigindo gasolina azul (de alta octanagem) para render 215 cv. Foi o modelo de série mais veloz do Brasil. Em 1973, o Charger ganhava faróis duplos com luzes de direção entre eles (ainda atrás da grade, agora bipartida) e falsas entradas de ar no capô. |
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