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| MOTORIZAÇÃO |
| Motor: |
1.1, dois tempos, 3 cilindros em linha, carburador de corpo triplo, gasolina, central, longitudinal |
| Cilindrada: |
1.089 cm³ |
Potência: |
104 cv a rotação não disponível |
| Potência Específica: |
94,5 cv/litro |
Torque: |
13 kgfm a rotação não disponível |
| CARROCERIA |
| Comprimento: |
Não disponível |
Peso: |
550 kg |
| Largura: |
Não disponível |
Porta-Malas: |
Não existente |
| Altura: |
Não disponível |
Tração: |
Traseira |
| Freios: |
Discos sólidos na dianteira e tambores na traseira |
Câmbio: |
Manual de 4 marchas |
| DESEMPENHO |
| Velocidade Máxima: |
213 km/h |
Aceleração: |
Não disponível |
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| Antes de fechar as portas, a Vemag tentou estabelecer o primeiro recorde de velocidade no Brasil e na América do Sul. Jorge Lettry, do departamento de competição da marca, pediu a Anísio Campos que desenhasse uma carroceria bastante aerodinâmica (depois de pronta, o coeficiente aerodinâmico foi estimado em 0,10). Esta carroceria foi construída em alumínio e montada sobre o chassi de um Fórmula Júnior, com motor preparado por Miguel Crispim para atingir 104 cv. No final, recebeu o nome de Carcará, uma ave de rapina do Nordeste e música de Maria Bethânia. Em 29 de junho de 1966, a equipe se posiciona na BR-2 Rio Santos, atual Avenida das Américas, no bairro da Tijuca, RJ. Para que o recorde seja homologado pela FIA (Federação Internacional do Automóvel), é utilizado equipamento de cronometragem eletrônica Omega, importado pela revista Quatro Rodas apenas para essa ocasião (e que depois passaria a ser utilizado nos testes da revista). No cockpit do Carcará, Norman Casari consegue 214,477 km/h na primeira passagem e 211,329 km/h na segunda, média de 212,903 km/h, recorde brasileiro e sul-americano com motores de 751 a 1.100 cm³, marca que permanece absoluta até os dias atuais. |
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