Brasil 1966 DKW-VEMAG CARCARÁ (PROTÓTIPO) Brasil
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DKW-Vemag Carcará
MOTORIZAÇÃO
Motor: 1.1, dois tempos, 3 cilindros em linha, carburador de corpo triplo, gasolina, central, longitudinal
Cilindrada: 1.089 cm³ Potência: 104 cv a rotação não disponível
Potência Específica: 94,5 cv/litro Torque: 13 kgfm a rotação não disponível
CARROCERIA
Comprimento: Não disponível Peso: 550 kg
Largura: Não disponível Porta-Malas: Não existente
Altura: Não disponível Tração: Traseira
Freios: Discos sólidos na dianteira e tambores na traseira Câmbio: Manual de 4 marchas
DESEMPENHO
Velocidade Máxima: 213 km/h Aceleração: Não disponível
Antes de fechar as portas, a Vemag tentou estabelecer o primeiro recorde de velocidade no Brasil e na América do Sul. Jorge Lettry, do departamento de competição da marca, pediu a Anísio Campos que desenhasse uma carroceria bastante aerodinâmica (depois de pronta, o coeficiente aerodinâmico foi estimado em 0,10). Esta carroceria foi construída em alumínio e montada sobre o chassi de um Fórmula Júnior, com motor preparado por Miguel Crispim para atingir 104 cv. No final, recebeu o nome de Carcará, uma ave de rapina do Nordeste e música de Maria Bethânia. Em 29 de junho de 1966, a equipe se posiciona na BR-2 Rio Santos, atual Avenida das Américas, no bairro da Tijuca, RJ. Para que o recorde seja homologado pela FIA (Federação Internacional do Automóvel), é utilizado equipamento de cronometragem eletrônica Omega, importado pela revista Quatro Rodas apenas para essa ocasião (e que depois passaria a ser utilizado nos testes da revista). No cockpit do Carcará, Norman Casari consegue 214,477 km/h na primeira passagem e 211,329 km/h na segunda, média de 212,903 km/h, recorde brasileiro e sul-americano com motores de 751 a 1.100 cm³, marca que permanece absoluta até os dias atuais.
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