|
 |
| MOTORIZAÇÃO |
| Motor: |
1.6, 4 cilindros em linha, 8 válvulas (2 por cilindro), carburador de corpo duplo, álcool, dianteiro, longitudinal |
| Cilindrada: |
1.555 cm³ |
Potência: |
71,6 cv a 5.200 rpm |
| Potência Específica: |
46,1 cv/litro |
Torque: |
11,9 kgfm a 2.400 rpm |
| CARROCERIA |
| Comprimento: |
4.520 mm |
Peso: |
1.094 kg |
| Largura: |
1.659 mm |
Porta-Malas: |
Não disponível |
| Altura: |
1.351 mm |
Tração: |
Integral |
| Freios: |
Discos sólidos na dianteira e tambores na traseira |
Câmbio: |
Manual de 4 marchas |
| DESEMPENHO |
| Velocidade Máxima: |
141 km/h |
Aceleração: |
20,9 segundos |
|
| A versão perua do Corcel surgiu em 1970. Seus melhores atributos eram o conforto, capacidade de carga e economia. Seu defeito era o desempenho pífio, mas isso não afastou os seus muitos compradores. Outro detalhe curioso é que a Belina jamais teve uma carroceria com quatro portas. Em 1985, um ano depois do Pampa, a Belina foi a primeira (e até hoje a única) perua nacional com tração integral. Utilizava o mesmo sistema da picape, que não era muito versátil, de uso recomendável apenas em terrenos de pouca aderência, andando no máximo a 60 km/h. As dúvidas sobre a confiabilidade e a durabilidade da tração 4x4 fizeram a Ford a apostar apenas nos modelos 4x2. |
|
|