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| MOTORIZAÇÃO |
| Motor: |
1.0, dois tempos, 3 cilindros em linha, carburador de corpo simples, gasolina, dianteiro, longitudinal |
| Cilindrada: |
981 cm³ |
Potência: |
44 cv a 4.500 rpm |
| Potência Específica: |
44 cv/litro |
Torque: |
8,5 kgfm a 2.250 rpm |
| CARROCERIA |
| Comprimento: |
4.320 mm |
Peso: |
940 kg |
| Largura: |
1.690 mm |
Porta-Malas: |
Não disponível |
| Altura: |
1.480 mm |
Tração: |
Dianteira |
| Freios: |
Tambores nas quatro rodas |
Câmbio: |
Manual de 4 marchas |
| DESEMPENHO |
| Velocidade Máxima: |
130 km/h |
Aceleração: |
31,3 segundos |
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| Um dos primeiros automóveis brasileiros, apresentado em 1958, o "Decavê" Belcar era bastante peculiar. O motor de dois tempos tinha apenas sete peças móveis: virabrequim, três bielas e três pistões. Cada cilindro tinha seu próprio sistema de ignição e o terceiro cilindro ainda acionava a bomba de combustível. O design era típico dos carros anteriores a Segunda Guerra Mundial, com as portas dianteiras de abertura "suicida" (para trás). Em 1965 era lançada a versão Rio, em homenagem aos 400 anos da cidade. A partir desse ano, ganhava o Lubrimat, uma bomba que misturava óleo lubrificante com a gasolina, eliminando a necessidade de colocar óleo no tanque. Em 1967, os Belcar/Vemaguet eram reestilizados, perdendo as portas "suicidas" e ganhando grade maior e quatro faróis redondos. |
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