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| MOTORIZAÇÃO |
| Motor: |
CHEVROLET, 4.2, 6 cilindros em linha, 12 válvulas (2 por cilindro), três carburadores SU, gasolina, dianteiro, longitudinal |
| Cilindrada: |
4.271 cm³ |
Potência: |
155 cv a 4.000 rpm |
| Potência Específica: |
36,9 cv/litro |
Torque: |
32,7 kgfm a 3.200 rpm |
| CARROCERIA |
| Comprimento: |
4.350 mm |
Peso: |
1.180 kg |
| Largura: |
1.800 mm |
Porta-Malas: |
Não disponível |
| Altura: |
1.260 mm |
Tração: |
Traseira |
| Freios: |
Tambores nas quatro rodas |
Câmbio: |
Manual de 3 marchas |
| DESEMPENHO |
| Velocidade Máxima: |
194 km/h |
Aceleração: |
10,4 segundos |
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| O espanhol Rigoberto Soler Gisbert convenceu a Brasinca, fábrica de carrocerias de ônibus e caminhões, a produzir um esportivo de alto desempenho. O projeto, conhecido como Uirapuru, nome de uma ave da Amazônia, foi apresentado no Salão do Automóvel de 1964. O desenho apresentada uma frente longa, com dois faróis redondos e uma tomada de ar no capô. Entradas de ar nas laterais, traseira curta com vidro envolvente, e portas que avançam para capota completavam seu estilo primoroso. Seu motor é um de 4,2 litros que equipava utilitários da Chevrolet, mas com carburação tripla. Sua carroceria é de aço, mas era moldada a mão e ainda foi testada no túnel de vento. Sua produção começou em 1965, mas a Brasinca produziu apenas 50 unidades em um ano. A STV, Sociedade Técnica de Veículos, empresa da qual Soler era diretor, continuou a produzi-los até 1967. No total, foram 77 unidades, incluindo três conversíveis e o protótipo Gavião, para Polícia Rodoviária, com metralhadores embutidas na grade. |
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